"Inpoliticamente" correto


O "inpoliticamente" correto é usar chavões de chantagem definindo toda e qualquer opinião que não coincida com os antifas, leia-se bloco de esquerda, com os fascistas, leia-se chega. 

Se perante alguém sexualmente identificado com o género de um cato, sugerir-se uma visita ao psicólogo do SNS, será logo apelidado de troglodita de extrema direita, inimigo da moral e bons costumes trotskistas "made in china".

Se alguém achar que um agente de autoridade se sentir ameaçado com uma arma branca deve reagir cantando a internacional socialista enquanto dança o vira do minho, é um forte candidato ao nobel da paz.

Se alguém se julga jornalista ao continuamente opinar e fazer juízos de valor que defendem quem lhe paga o ordenado, leia-se os grandes grupos de capital que compraram os meios de comunicação, durante as entrevistas ou reportagens sobre temas woke, então isso sim é liberdade de imprensa.

Se alguém se atrever a perguntar porque existem bandeiras lgbts em manifestações a favor do hezbolah e do hamas, quando estes movimentos assassinam, matam, violam e não respeitam princípios básicos de humanidade, lembrando por exemplo que foram raptadas, violadas e torturadas jovens que estavam num festival da paz ou que a homossexualidade é considerada crime em países como o irão e afins, entra logo na lista de inimigos públicos afixada no pavilhão transfronteiriço em Caminha.

Talvez que quem defende filosofias de extrema esquerda necessite de se sentir superior de alguma forma àqueles que não tiverem o seu cérebro lavado e enxaguado por doutrinações bem planeadas pelos lobbies que nos querem uns contra os outros. Talvez que dar uma de defensor da liberdade de expressão sirva apenas para encobrir a sua frustação ao considerar fascista qualquer outro modo de entendimento que não seja "woke".

E nos entretanto os pequenos grandes ditadores começam a ganhar garras na China, na Rússia, na Coreia do Norte, nos EUA, no Brasil, na Venezuela, na Argentina, no Irão, sendo apenas uma questão de tempo até que comecem a reinar na Europa.

Enquanto isso, quem realmente manda nisto tudo, leia-se o "tio patinhas", continua a encher os bolsos,  com sexo, drogas e rock and roll, ou melhor guerras de género, encenações de pandemias e música funk.

Como diria Gandhi, "olho por olho e ficaremos todos cegos."


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